Folha da Manhã
13.05.2008
Artigo
A arte literária de José Cândido de Carvalho
Ricardo Gomes
Em seis parágrafos e exatamente quatrocentos e vinte e seis palavras, o autor do artigo consegue a proeza de enxertar nada menos que duzentos e cinqüenta e nove palavras em citações diretas (aquelas aspeadas), ou seja, mais de 60% do texto. Sem contar, é claro, as citações indiretas.
Em síntese, da própria pena, somente as introduções às aspas, a exemplo de “comentário do autor ao livro Ninguém mata o arco íris”, “Eduardo Portela, em comentário ao livro Ninguém mata o arco íris”, “No comentário da edição da Editora José Olympio, do livro Ninguém mata o arco íris-35 retratos 2×4, comentários de Eduardo Portela, temos uma colocação extremamente importante, que ora transcrevo”.
Ou platitudes tautológicas do tipo “Lançando um olhar critico sobre o conjunto da obra de José Cândido de Carvalho, encontramos algumas peculiaridades. Os estilos de sua obra evidenciam alguns pontos nada comuns em outros autores (…)”.
Espantoso.
Como diria meu avô, “isso é que é fazer mesura com o chapéu alheio”. Ou, como prefere o vulgo, “gozar com o pau dos outros”.
17 Maio 2008 às 5:05 am |
Esse Ricardo se auto-intitula pesquisador de cultura popular. Mas, pesquisou o quê até aqui? O cara é um compilador de trabalhos alheios, se apropria da lavra alheia em tudo quanto é texto… E ainda assina aquelas compilações…
17 Maio 2008 às 6:29 am |
Não conheço o Ricardo Gomes, mas fiquei perplexo com tamanha cara-de-pau. Escrever, assim, é mais fácil que empurrar bêbado em ladeira.
Já nos conhecemos, “Jota França”? Desconfio que sim.
;o)
21 Maio 2008 às 8:55 pm |
Esse jornal é totalmente feito de chupações, caros amigos.
Os registros são chupados d’O Globo, os artigos chupados da web, o sangue dos funcionários (semi-escravos) é chupado diariamente pela chefia.
Deveria chamar-se Chupada da Manhã!
20 Junho 2008 às 10:05 pm |
ORA,COMO DIRIA LADY STOCKWELL,em seu nababesco livro ORIGAMI ,LÍRIOS E LOUCURAS:’ TUDO É UMA QUESTÃO DE CONTROL c E CONTROL v”…não errando estas duas vertentes criativas da nova literatura,teremos sem par,ílustres penachos e louvados artistas incomensuráveis em talento digitalizado e oportunista.Esquecem,porém,como bem citou em ALQUIMIA BANDIDA,o ilustre Bernardo Alvaredo,que qualque rum hoje tem acesso ao mundo da internet,percebendo-se claro quando um texto é relamente de quem o assinou.Por isso,prefiro às citações,pois eximo-me de culpabilidade copiante.Tenho bendito!