O Diário
20.05.2008
Ação para proteger a lagosta
Telmo Filho
Policiais da 3ª Companhia de Polícia Florestal e Meio Ambiente de Campos (…) apreenderam cerca de 30 gaiolas para capturar lagostas, duas redes de nylon, três pulçares (sic), dois trabucos calibre 28 e uma espingarda calibre 32.
Veja só, “três pulçares“! A captura de lagostas há muito deixou de ser uma atividade de gente confiável. O que pretendiam com os “pulçares” (embora eu não os conheça)? Boa coisa não deve ser!
Bons tempos quando se usava apenas um único e singelo puçá. Ou, se tanto, dois puçás.
23 Maio 2008 às 6:29 pm |
Aposto que aquele sujeito que passou no vestibular da Estácio sem saber ler hoje é chefe de redação desse jornaleco vagabundo. O vestibular foi feito para Jornalismo.
28 Maio 2008 às 8:22 pm |
astonished says : I absolutely agree with this !
2 Junho 2008 às 6:12 pm |
Neste sábado, 7 de junho, 10h, tem nova edição do ato público Chega de Palhaçada, no Largo da Imprensa (Calçadão). Mais uma vez os blogueiros de Campos chamam a comunidade para uma manifestação democrática e independente.
Neste momento em que se aproximam as convenções partidárias, a cidadania quer passar o recado de que não quer mais os mesmos candidatos. A sociedade quer algo novo, e por isso vai para as ruas gritar novamente: FORA MOCAIBER, FORA GAROTINHO, FORA ARNALDO, QUEREMOS OUTRO CAMINHO.
Dia 7 de Junho é o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, e o ato também marcará a reivindicação de que a população possa contar com fontes confiáveis de informação sobre a política no município.
Participe com roupa preta e nariz de palhaço. Leve sua faixa e use a criatividade para expressar sua opinião sobre a situação política de Campos. Ajude a mostrar que o cidadão campista não aceita calado esta situação vergonhosa na qual está mergulhada a cidade.
CHEGA DE PALHAÇADA!
16 Junho 2008 às 6:14 pm |
Caro Vitor Menezes, fugistes à discussão central que é a questão dos “pulçares”. Acho que o autor da matéria, tentou dar um toque astronômico à matéria e falar de “pulsares” ou talvez de “buracos negros” e galáxias distantes donde vieram os “Invasores, seres de um planeta que está para ser extinto, seu destino a Terra. Sua intenção, fazer dela o seu mundo. David Vincent os viu. Para ele, tudo começou numa noite em que passava por uma estrada deserta, procurando um atalho que nunca encontrou. Coomeçou com um bar fechado e abandonado, um homem cansado demais para prosseguir a viagem viu a aterragem de uma nave de outra galáxia. Agora ele (David Vincent) sabe que eles estão aqui e que tomaram a forma humana e ele tem que fazer alguma coisa”.
Vamos nos unir à luta de David Vincent e combatê-los com todas as armas possíveis e imaginárias.
19 Junho 2008 às 4:51 pm |
O “pulço” ainda “pulça”…
É para isso que se exige diploma e registro profissional para exercer jornalismo…?
Já bastava o domínio da língua portuguesa e bom senso em ouvir as partes envolvidas e se ater aos fatos, e por fim, abdicar de emitir opiniões sob a couraça de matéria jornalística…
Precisa faculdade para tanto, se precisa, elas não andam fazendo esse papel, vejam a rádio educativa e o prgrama “caolho da cidade”…
23 Junho 2008 às 8:09 pm |
Eu pulçarei com todas as forças beligerantes do meu inaúdivel grito de liberdade de ser um fabricante da criatividade airosa no quesito exquisito de inventar o sonho campista de ser O GLOBO,outrora JB,quem sabe amanhã O ESTADÃO.
11 Outubro 2008 às 10:15 pm |
O pior é ainda, para mim, iniciarem frase do tipo: “Me chamem. que eu vou”, ao invés de :” Chamem-me, que eu vou”. Aquilo que é “permitido” na linguagem falada, nem sempre (ou quase nunca) o é. NUNCA inicia-se uma frase com pronome átono (na linguagem escrita), o que já é “aceito” na linguagem falada.
Exige faculdade é o de menos; pior é não exigir um mínimo de conhecimento de regras gramaticais.
E olha que tem gente que se gaba de ter Mestrado em Lingüística, heim !!! Mestrado esse feito em 1800 e lá vai fumaça… Vão ter de se reciclarem OBRIGATORIAMENTE (?)…afinal, várias regras cairão por terra. Eu mesma, que não uso a escrita por profissão, sinto que terei dificuldade de fazê-lo.
11 Outubro 2008 às 10:19 pm |
Onde eu escrevi “dificuldade” na postagem anterior, leia-se: “…sinto que terei NECESSIDADE de fazê-lo”. E no parágrafo anterior, a primeira palavra é “exigir” e, não, exige. Perdoem-me leitores !!!